Archive for October, 2007

A Matriz e a massa crítica

Flor da Vida

Há uma querida Matriz planetária, o reflexo energético e holístico da vida na Terra, que porventura será o canal e o meio de elevação e expansão da consciência de cada um de nós. Como será ela realmente, se a conseguíssemos ver como seria. Platão no seu tempo referiu-se a ela, descreve-a como um sólido geométrico complexo, uma esfera formada por pentagonos e triângulos onde nas suas linhas corre luz cristalina, energia pranica formada por todos os seres do planeta. Muitos dos lugares sagrados encontram-se alinhados com as suas linhas e intersecções. Capaz de conter a memória do nosso mundo, os nossos pensamentos, as nossas emoções, há quem lhe chame a matriz da consciência Crística, porque carrega o potencial da unidade, o aspecto da consciência colectiva que se reconhece como sendo um só Ser. Será esse o futuro da humanidade, a massa colectiva – alma do mundo, composta por todos os seres, junta num só propósito evolucionário – grande espírito, os dois lado a lado… poderíamos ver aí a teia da vida como um diamante brilhante, combinar-se-iam o yin e yang profusamente.

De que forma poderá a nossa vivência influenciar a Matriz, este meio supra-humano é a marca de água da nossa consciência, que nos prende mas também que nos liberta, crescer como povo significa tecer novas malhas da sua teia, o sopro verdadeiro poderia ondular esse oceano, criaria a onda que almeja a praia do nosso horizonte colectivo. A ressonância do pulsar do coração de um grupo forte e puro poderia ser o suficiente para mudar a norma maniqueísta vigente, quebrar assim as amarras criadas pela nossa espécie, atingiria-mos aí a massa crítica, a visão universal de uma parte seria então disseminada pelo todo, levantar-se-ia a onda evolutiva que tanto aguardamos.

The Carpenters – Calling Occupants of Interplanetary Craft


Um hino ao dia de Contacto …

Sincronicidade!

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Sim, sincroniciade, a palavra pode ser uma neo necessidade de catalogar algo que acontece porventura a quem está lúcido o suficiente para notar uma coincidência deveras invulgar. A coincidência é obra do acaso, podem dizer probabilística, mas estranha, e quando se repete não igual mas com os mesmo modus, várias vezes, como se a querer dizer algo, aí surge alguém e atenta – Há um sincronismo entre a mente e o mundo dos fenómenos e da percepção (Carl Jung). Pois, há uma relação? Mas quê, a nossa mente age sobre algo e sincrónicamente há algo reflectido no mundo exterior, como que esta se olhasse ao espelho. Isso é fora! Reflectindo…, penso que deve haver diferentes níveis de “interacção”, deste curioso diálogo, tipo handshake, só pra ver se tá tudo! Esta relação inconsciente pode dar-se entre pessoas, num nível mais familiar, tipo – já sei o que vais dizer, mas ao mesmo tempo, aqui o magnetismo inter-pessoal é bem visível, e entre o individuo e a realidade percebida, este um nível macro, aqui fascina-me, conceber que a realidade exterior nos intercepta e nos diz algo ao ouvido, é inquietante e indicador. Vejo infinitos coelhos brancos a olhar para o relógio a ver se estão no sítio certo na hora certa, e no relógio são 11:11, a mente fica branca, o coração pensa…, pensa universalmente uma inspiração profunda, e… expira calmamente. Carl Jung acreditava que o inconsciente colectivo, uma psique global a que todos pertencemos tem um melhor sentimento de indivíduo ideal que o ego ou a consciência do próprio indivíduo. Assim, esta direcciona o ser, via arquétipos, sonhos e intuição, por forma ao ser obter uma individualização própria. Então…, basta sincronizar, intuir e deixar fluir, viver o momento, que o momento é a vida e a vida é expandir os nossos horizontes num processo evolutivo, alimentando a mente Logos. mmmhh… Aguardamos próximo contacto, fico em standby, over.

Canalizações, qual a sua pertinência… mhm?

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Há já muitos anos que vasculho a grande rede à procura da novidade, daquela notícia que nos faz olhar na direcção mais acertada, como que olhar para a bússola que nos vai levar para o nosso próximo passo. A bússola treme quando aponta o norte, e também a nossa certeza treme quando lemos as miríades de mensagens canalizadas actualmente. Ao canal, humano terrestre com uma sensibilidade aguçada para a voz astral, com o dom da clariaudiência, está-lhe inerentemente ligado um ser, uma entidade singular ou múltipla, que transmite uma mensagem relevante ou conversa amistosamente sobre as grandes e pequenas dúvidas terrenas. Esta informação dá gozo ler, “aprende-se” muito, são tantas as fontes que o nosso universo se alarga como quando vemos o mar pela primeira vez, reservamos mentalmente um lugar para o tão esperado futuro que auspicia a nova era. Mas, o grande mas que faz tremer a agulha, que nos deixa confuso, é perene, a nossa relação com a grande nova relatada diariamente nos escaparates da internet depende da nossa intuição, do nosso discernimento interior, ela constrói-se com o tempo, vamos ganhando afinidade com os autores das maravilhosas revelações, então o seu lugar cá dentro vai crescendo até ao dia em que lhes trataremos por guias, bem amados guias. A propósito li hoje uma notícia de primeira página: g11-primercontacto.blogspot.com/2007/10/cmo-reconocerse.html , que nos dá indicações ainda mais precisas sobre o estado de evolução actual do planeta e qual o próximo passo a ser dado pelas forças interveniente, o seu autor é um Sr. Capitão Lyur, escritor e orador internacional. Bem, mais um para a prateleira, em que estante o irei pôr, … hmmm!. Estranhei o seguinte:

“El programa de la Luz Dorada es Uno (y el único designado en esa autoridad por la fuentes más alta del Omniverso) a cargo de la ascensión del planeta tierra y de sus formas de vida que podrán seguirla. Este programa está en manos del comando espacial verdadero (no de los muchos famosos comandos Ashtar que ustedes ven en la red) con un Comandante espiritual supremo, el ser conocido como Esu Enmanuel (otros nombres son Orthon en Europa y Sananda en EE.UU.).”

- O verdadeiro comando espacial, sim, … o meu é que o verdadeiro, que se acuse o verdadeiro, ou talvez não… A história continua, não digam que não tem enredo e muitos intervenientes que apimentam. Estarê-mos nós numa encruzilhada, enquanto o mundo real não radicalmente muda, interiormente é preciso fazer o trabalho que nos é devido, esse sim será o nosso próximo passo, não marques passo como o mundo, dá um passo.