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Sincronicidade!

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Sim, sincroniciade, a palavra pode ser uma neo necessidade de catalogar algo que acontece porventura a quem está lúcido o suficiente para notar uma coincidência deveras invulgar. A coincidência é obra do acaso, podem dizer probabilística, mas estranha, e quando se repete não igual mas com os mesmo modus, várias vezes, como se a querer dizer algo, aí surge alguém e atenta – Há um sincronismo entre a mente e o mundo dos fenómenos e da percepção (Carl Jung). Pois, há uma relação? Mas quê, a nossa mente age sobre algo e sincrónicamente há algo reflectido no mundo exterior, como que esta se olhasse ao espelho. Isso é fora! Reflectindo…, penso que deve haver diferentes níveis de “interacção”, deste curioso diálogo, tipo handshake, só pra ver se tá tudo! Esta relação inconsciente pode dar-se entre pessoas, num nível mais familiar, tipo – já sei o que vais dizer, mas ao mesmo tempo, aqui o magnetismo inter-pessoal é bem visível, e entre o individuo e a realidade percebida, este um nível macro, aqui fascina-me, conceber que a realidade exterior nos intercepta e nos diz algo ao ouvido, é inquietante e indicador. Vejo infinitos coelhos brancos a olhar para o relógio a ver se estão no sítio certo na hora certa, e no relógio são 11:11, a mente fica branca, o coração pensa…, pensa universalmente uma inspiração profunda, e… expira calmamente. Carl Jung acreditava que o inconsciente colectivo, uma psique global a que todos pertencemos tem um melhor sentimento de indivíduo ideal que o ego ou a consciência do próprio indivíduo. Assim, esta direcciona o ser, via arquétipos, sonhos e intuição, por forma ao ser obter uma individualização própria. Então…, basta sincronizar, intuir e deixar fluir, viver o momento, que o momento é a vida e a vida é expandir os nossos horizontes num processo evolutivo, alimentando a mente Logos. mmmhh… Aguardamos próximo contacto, fico em standby, over.